quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Aula de música encantadora!

Segundo Bréscia (2003), a música é uma linguagem universal, tendo participado da história da humanidade desde as primeiras civilizações. Conforme dados antropológicos, as primeiras músicas seriam usadas em rituais, como: nascimento, casamento, morte, recuperação de doenças e fertilidade. Com o desenvolvimento das sociedades, a música também passou a ser utilizada em louvor a líderes, como a executada nas procissões reais do antigo Egito e na Suméria.

Na Grécia Clássica o ensino da música era obrigatório, e há indícios de que já havia orquestras naquela época. Pitágoras de Samos, filósofo grego da Antigüidade, ensinava como determinados acordes musicais e certas melodias criavam reações definidas no organismo humano. “Pitágoras demonstrou que a seqüência correta de sons, se tocada musicalmente num instrumento, pode mudar padrões de comportamento e acelerar o processo de cura” (BRÉSCIA, p. 31, 2003).


Bate forte o tambor!



Percussão



Galera esforçada!





Queridas professoras!


PARABÉNS!!!!! Amanda, Carol, Maria Angélica, Maíra, Aline.Obrigado pela bela aula do dia 01/10/2010.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010




" Diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que a sua fala seja a sua prática." Paulo Freire.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Desfile Vila Esperança











É isso aí galera! O desfile foi maneirissímo!!!!!!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Fazer a si mesmo...


A verdadeira riqueza espiritual do indivíduo depende da riqueza de suas relações sociais (...). Os indivíduos fazem-se uns aos outros, tanto física como espiritualmente, mas não fazem a si mesmos. (Marx, 1987: 54-55).

quarta-feira, 28 de julho de 2010

POLÍTICAS DA DIFERENÇA


"se respeitar as diferença e integrá-las em uma unidade que não as anule, mas que ative o potencial criativo e vital da conexão entre diferentes agentes e entre seus respectivos contextos." Reinaldo Matias Fleuri

AGIR DOS ALUNOS




"Estar atento para os grupos de identidade com os quais os
jovens se identificam ou dos quais fazem parte ativamente
torna-se condição para o entendimento dos sentidos do agir
dos alunos. É preciso, contudo, cuidar para desmontar as prénoções
e representações dominantes sobre aquilo que julgamos
ser o jovem e a juventude." Prof. Paulo carrano.